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Mecânica domina piscina e mascote se exibe





Ontem, terça-feira dia 5 de abril ocorreu a competição de Natação da SEMADEC, e a equipe de Mecânica fez um belo espetáculo, conquistando 34 medalhas ao todo. Dentre elas, 24 medalhas de ouro.
Os atletas de Informática também deram um show e foram para casa com um sorriso no rosto e medalhas no pescoço.  Os atletas da Eletrotécnica e Edificações participaram com toda a garra, representaram bem o curso e pontuaram muito bem.
Contudo, os campeões da tarde foram os atletas da equipe de Mecânica, composta por João Gabriel, Pedro Lucas, Beatriz, Thiffany, Klécio, Jennifer, Géssica, Arthur, Ítalo, Heitor Gabriel, Ana Beatriz, Mariana, Eduarda e Jônata. Nossos atletas deram tudo de si e tiveram como consequência muitas medalhas e uma sensação de dever cumprido.
Desde a primeira prova dos 25m livre até o revezamento deram seu melhor: gritos, suor, força e, sobretudo, fôlego. Os mestres da natação, que treinam há mais tempo, e até os que a vieram a treinar algumas semanas antes da SEMADEC brilharam naquela piscina. O mais belo do dia foi ver os atletas se ajudando, motivando os outros e torcendo. Imersos pelo espírito de união e com a felicidade estampada no rosto. Não só em Mecânica, como também nos outros cursos.

Quem mais gostou foi o Baby, nosso mascote. A todo instante não parava de pegar as medalhas da equipe e colocá-las no pescoço. A torcida teve um papel fundamental, pois deram muito apoio moral e vibrações positivas para o time. O curso espera que essa onda de vitória motive a nossa equipe a continuar treinando cada vez mais, mesmo depois da SEMADEC, e que continuem participando das competições representando o instituto.










Por Mariana Tavares




Tags: noticias, semadec

Aluno explica o motivo de desistência do curso

A defasagem de alunos do ensino técnico vem ficando cada vez mais ocorrentes no pensamento dos estudantes dos institutos federais do Brasil, esse é um assunto que deixar qualquer reitor com os nervos à flor da pele. Propus uma entrevista com João Hélio,17, ex-aluno do curso de eletrotécnica, para falar um pouco mais sobre a visão de um estudante que tomou a decisão de desistir do curso.
Aldenir Morais: Você como um aluno que desistiu, quais foram suas desilusões com o curso?

João Hélio: Inicialmente tive problemas com alguns professores da área técnica, alguns não conseguiam transmitir o conhecimento de forma intuitiva, sendo assim, dificultava bastante o entendimento de matérias mais complexas. Os mesmos se sentiam cuspidores de conteúdo, se é que posso falar assim.

Aldenir Morais: E Quanto ao ensino?

João Hélio: Sabemos que o IFRN dá preferência a formação técnica, nesse ponto senti forte dificuldade, pois eu percebia uma educação uniformizada, como se priorizasse a teoria no lugar da prática. Considero esse um ponto que precisa ser aperfeiçoado, que tal focar um pouco mais na prática dos alunos?

Aldenir Morais: Como o instituto contribuiu para seu crescimento?

João Hélio: Sinto que em alguns momentos fui oprimido por pessoas que nunca tentaram entender meu ponto de vista... E esses foram um dos motivos no qual influenciou bastante em minha desistência. Mesmo assim, acredito que a instituição foi de extrema importância para minha formação como pessoa, pois me ensinou a conviver com pessoas com ideologias extremamente opostas as que eu sigo e isso é uma enorme vantagem do IFRN. Sem falar no ponto da liberdade que o aluno tem na instituição.
Aldenir Morais: Mas, qual foi o principal motivo da sua desistência?
João Hélio: Eu nunca quis ser técnico e vejo que muitos que lá estudam também não, algo que o IFRN deveria rever e tratar o técnico como algo opcional. Pois nem todos querem seguir nas áreas técnicas oferecidas, como é o meu caso, quero seguir a carreira jurídica.

Aldenir Morais: Qual a maior vantagem de ter estudado no IFRN?

João Hélio: Certamente o amadurecimento que a instituição te proporcionará, remetente ao que eu falei sobre você conviver com pessoas totalmente diferentes, de mundos diferentes, só isso já é um choque cultural para qualquer um. Tipo o filho de uma empregada doméstica estudando com a filha de um mega empresário, tendo os dois a mesma qualidade de ensino.

Aldenir Morais: Para finalizar, você está na torcida por qual curso?

João Hélio: Rapaz, essa pergunta é complicada. MAS, SOU DE ELETRO KKKK!


Por Aldenir Morais


Tags: Entrevista, notícia, 

Histórico e Apresentação do Curso Técnico em Mecânica


Fachada principal da Escola Técnica
Quando a nossa instituição foi inaugurada como Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte - ETFRN o curso era Eletromecânica, que tinha o objetivo de formar profissionais capazes de atuar em projetos e execução de instalações elétricas e mecânicas de equipamentos industriais. Porém, há alguns anos, houve a separação do curso em dois: Eletrotécnica e Mecânica. 

Ciência dos Materiais, Desenho Técnico, Metrologia e Metalografia, Tecnologia Mecânica, Mecânica dos Fluidos, Manutenção, Mecânica Automotiva, Instrumentação e CNC são algumas das matérias que o curso aborda. 
                                                                                                                                             Técnico em mecânica 

Um técnico em mecânica atua na elaboração de projetos de produtos, ferramentas, máquinas e equipamentos mecânicos; planeja, aplica e controla procedimentos de instalação e de manutenção mecânica de máquinas e equipamentos conforme normas técnicas e normas relacionadas à segurança; controla processos de fabricação; aplica técnicas de medição e ensaios; especifica materiais para construção mecânica dentre outras atribuições, podendo usar sua formação para emitir laudos técnicos para patentes e registros. Os mercados de trabalho para um Técnico em Mecânica estão principalmente na Indústria, nas fábricas de máquinas, equipamentos e componentes mecânicos, em laboratórios de controle de qualidade, de manutenção e pesquisa e em prestadoras de serviços e empresas cuja funcionalidade abrange a área.


Na região do Oeste Potiguar, são inúmeras as oportunidades para o profissional: desde empresas como a Petrobrás, Schlumbeger, Engepetrol, até organizações que não são do ramo da Indústria, mas necessitam de um técnico em mecânica.









Por Mariana Tavares Condados





Tags: historia, origem, noticias
Fonte: ifrn.edu.br e Wikipédia.com.br